São francisco de assis – patrono da orgânicos juquitiba

São Francisco de Assis: Um Santo que inspira o Amor pela Natureza e pelos Animais

São Francisco de Assis, o patrono de Orgânicos Juquitiba, é um dos santos mais admirados e reverenciados no mundo inteiro, não apenas pela sua vida de pobreza e humildade, mas especialmente pelo seu amor profundo pela natureza e pelos animais. Sua relação com o meio ambiente e os seres vivos reflete um compromisso com a criação divina, algo que ressoa profundamente com os princípios da Orgânicos Juquitiba, que, assim como São Francisco, buscamos respeitar e proteger a natureza.

A Vida de São Francisco: Um Exemplo de Simplicidade e Devoção

Nascido no final do século XII, em Assis, na Itália, São Francisco era filho de uma família rica, mas abriu mão de seus bens materiais para viver uma vida simples e dedicada a Deus. Sua conversão espiritual foi um marco na sua vida, fazendo com que ele se entregasse completamente à missão de servir aos outros, especialmente os mais humildes e necessitados. Mas o amor de São Francisco não se limitava aos seres humanos. Ele tinha uma relação especial com a natureza, que ele via como obra de Deus, e com os animais, que ele tratava como irmãos e irmãs.

O Amor de São Francisco pela Natureza e pelos Animais

São Francisco foi conhecido por suas pregações e gestos de bondade em relação a todos os seres vivos. Ele via a natureza como um reflexo da beleza e bondade de Deus. Um dos episódios mais conhecidos de sua vida é quando ele pregou para os pássaros, ensinando que todas as criaturas, grandes ou pequenas, são dignas de respeito e amor. Para ele, a terra, os rios, as árvores e os animais eram parte de um grande e maravilhoso plano divino, e ele os tratava com reverência.

Sua famosa oração, “Cântico das Criaturas”, expressa a profunda conexão que ele sentia com o mundo natural. Nela, ele louva Deus por criar o sol, a lua, o vento, a terra e até mesmo a morte. São Francisco via cada aspecto da criação como algo sagrado, que deve ser cuidado e respeitado.

A Relevância dos Ensinamentos de São Francisco para a Orgânicos Juquitiba

Os ensinamentos de São Francisco sobre o respeito à natureza e à vida animal são extremamente pertinentes aos valores e princípios da Orgânicos Juquitiba. A empresa, comprometida com a produção de alimentos orgânicos, reconhece a importância de cultivar a terra de maneira sustentável, respeitando os ciclos naturais e garantindo que os produtos cheguem aos consumidores sem agredir o meio ambiente.

Assim como São Francisco cuidava de todos os seres vivos, a Orgânicos Juquitiba entende que a preservação do meio ambiente e o bem-estar dos animais são fundamentais para a construção de um mundo mais justo e equilibrado. A agricultura orgânica praticada pela empresa busca minimizar o impacto ambiental, utilizando métodos que respeitam a biodiversidade, reduzem a poluição e protegem os ecossistemas.

São Francisco de Assis, com sua vida dedicada ao amor incondicional pela natureza e pelos animais, é uma fonte constante de inspiração para todos que buscam viver em harmonia com o meio ambiente. Seus ensinamentos ecoam profundamente na Orgânicos Juquitiba, que, assim como ele, acredita que o respeito pela criação divina e a promoção de um mundo mais saudável são essenciais para o bem-estar de todos. Ao honrar o legado de São Francisco, a Orgânicos Juquitiba reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental, trabalhando para garantir que o planeta seja tratado com o cuidado e respeito que ele merece.

5 Anos de Orgânicos Juquitiba: A Inspiração da Agrofloresta e a Parceria com a Mata Atlântica

No dia 17 de setembro, a Orgânicos Juquitiba completa 5 anos de um sonho que começou com a semente da agrofloresta, crescendo em harmonia com a Mata Atlântica. Nossa filosofia se sustenta na responsabilidade com o solo, a água e o planeta, assegurando que cada produto que chega até você seja fruto de um cuidado profundo com a natureza.

Desde o início, nos inspiramos na riqueza da agrofloresta, um sistema que respeita os ciclos naturais, promove a biodiversidade e fortalece a saúde do solo. Essa parceria com a Mata Atlântica não apenas nos ensinou sobre o cultivo orgânico, mas nos conectou a uma rede de vida que se renova a cada estação.

A cada colheita, reafirmamos nosso compromisso com práticas que protegem e regeneram o ambiente. Ao longo desses 5 anos, aprendemos que cuidar da terra é cuidar das gerações futuras, garantindo alimentos ricos em sabor e nutrientes, livres de químicos e cultivados com respeito.

Agradecemos a todos que fizeram parte dessa jornada: nossos clientes, parceiros e amigos que acreditam em um mundo mais sustentável. Seguimos firmes, nutrindo a terra com amor e oferecendo a você o que há de melhor. Que venham muitos anos mais dessa parceria com a natureza!





O Conhecimento Ancestral sobre Alimentos Naturais e Orgânicos

Desde os primórdios da civilização, a humanidade tem uma relação íntima com os alimentos naturais. Registros históricos mostram que há mais de 10.000 anos, nas primeiras sociedades agrícolas, a escolha cuidadosa dos alimentos era essencial para a sobrevivência e a saúde das comunidades. Ao longo dos milênios, esse conhecimento se enraizou nas culturas ao redor do mundo, transmitido de geração em geração, e aprimorado por práticas tradicionais e, mais recentemente, por pesquisas científicas.

No século XX, com o avanço da ciência nutricional, a importância dos alimentos naturais e orgânicos para o desempenho mental, intelectual e físico ganhou respaldo em estudos acadêmicos. Desde a década de 1940, mais de 50 mil pesquisas foram publicadas em revistas científicas, confirmando os benefícios desses alimentos para a qualidade de vida e a longevidade. Médicos, nutricionistas e especialistas em saúde têm orientado populações inteiras, reforçando que uma dieta baseada em alimentos naturais é essencial para prevenir doenças, aumentar a energia e promover o bem-estar.

Este conhecimento, amplamente difundido, é hoje reconhecido por bilhões de pessoas em todo o mundo. Em 2023, estima-se que 60% da população global esteja ciente dos benefícios de consumir alimentos orgânicos e naturais. Esse movimento cresceu exponencialmente, especialmente nos últimos 20 anos, à medida que a preocupação com a saúde, o meio ambiente e o bem-estar ganhou força.

Portanto, ao falar sobre alimentos naturais e orgânicos, é evidente que não estamos introduzindo um conceito novo. Estamos, na verdade, relembrando e reforçando um conhecimento que é ancestral, universal e inquestionável. Este é o alicerce sobre o qual construímos não apenas nossas vidas, mas também o futuro da humanidade, valorizando aquilo que é fundamental: a saúde, a vitalidade e a longevidade.

Crédito da imagem: Imagem de <a href=”https://br.freepik.com/fotos-gratis/colheita-de-cafe-adulto_261854932.htm#query=colheita%20de%20cafe&position=5&from_view=keyword&track=ais_hybrid&uuid=4801cbf4-21d3-4a46-9a31-da9d2291c8b1″>Freepik</a&gt;

Agrofloresta

As Agroflorestais ou Agroflorestas ou Sistemas Agroflorestais são uma mistura ou consórcio de plantas em um sistema produtivo. O termo vem da união de: Agro = Plantas agrícolas (hortaliças, milho, feijão, mamão, banana, etc) + Floresta = Árvores (frutíferas, produção de madeira, espécies nativas, etc).

Conceito do Sistemas Agroflorestais são uma mistura de culturas anuais, árvores perenes e frutíferas, leguminosas, criação de animais, a própria família e outros, reunidos numa mesma área ou lote (PESACRE, 2004). A partir da mistura de uma planta alimentar com uma florestal, pode-se dizer que é uma agrofloresta.

No entanto, existem diversos tipos de agroflorestas, com maior ou menor semelhança a uma floresta, num gradiente de complexificação e aplicação dos princípios ecológicos. Agrofloresta é um sistema ancestral de uso da terra que vem sendo praticado por milhares de anos por agricultores de todo o mundo. No entanto, nos anos mais recentes, também tem sido desenvolvida como uma ciência que se compromete a ajudar agricultores a incrementar produtividade, rentabilidade e sustentabilidade da produção em sua terra (McDICKEN e VERGARA, 1990).

Essa prática envolve o planejamento de ambientes sustentáveis, bioconstruções, uso racional da água, energias renováveis, sistemas agroflorestais, produção alimentar ecológica e organização social participativa é um poderoso movimento de empoderamento local, ativismo prático e renovação planetária, baseado em respeito, cooperação e na sustentabilidade das comunidades em geral que formam uma rede sem hierarquias ou donos, … que traz como eixo norteador a crise socioambiental na agricultura e a relação do ser humano com a natureza a partir da ótica da permacultura.

Estilo de Vida Vegano

A pesquisa se concentrou na percepção da população brasileira sobre o vegetarianismo, que é diferente do veganismo. Este é um movimento ético e político sobre o direito dos animais.

A prática vegana abrange um consumo livre de alimentos de origem animal e, também, de quaisquer produtos (como roupas, calçados, itens de higiene pessoal etc.) que tenham sido testados em animais. Além disso, veganos boicotam circos, zoológicos e qualquer atividade ligada à exploração animal.

O site The Vegan Society explica que o veganismo é uma forma de vida que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra os animais. Por isso, não existe somente uma dieta vegana, pois o veganismo é mais do que a alimentação; é um estilo de vida mais consciente de certos hábitos culturais que têm a exploração animal como fonte de recurso

Vegetarianos quantos somos?

Uma pesquisa do Ibope Inteligência, de 2018, revela que cerca de 14% dos brasileiros são vegetarianos, o que representa 30 milhões de pessoas.

estudo, cujo objetivo foi entender as percepções da população sobre o vegetarianismo, foi feito com 2002 entrevistados em 142 municípios do país, incluindo capitais e cidades do interior. Os estados onde mais se pratica o vegetarianismo e o veganismo são, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Vegano

Se não existe na história da humanidade nenhuma cultura que tenha sido completamente vegana, por que não deveríamos comer produtos de origem animal?

A razão não está no produto e, sim, no processo, ou seja, comer um ovo, não acarreta grandes problemas à saúde humana, na verdade muito poucos.

O grande problema dos produtos de origem animal não está nestes e, sim, nos processos de produção. As granjas e criadouros hoje operam em nível industrial num processo produtivo onde o lucro deve ser maximizado, desperdícios minimizados e a produção otimizada. Daí o uso excessivo e indiscriminado de alimentos não-naturais ou, geneticamente modificados, medicamentos, vacinas, antibióticos para controlar doenças, sempre visando acelerar o processo de engorda, com o intuito de aumentar ou, evitar perdas, na produção.

Fonte: livro Suco Vivo de Daniel Francisco de Assis

Pegada Hídrica

Quanta água é necessária para a produção de alimentos? É um dado muito importante, e que nunca encontramos nos rótulos.

A pegada hídrica (water footprint) é o volume de água necessária para produzir um determinado produto em nível industrial, levando em conta seja a água efetivamente utilizada, que a água poluída resultante dos vários processos dentro da cadeia produtiva industrial.

Não surpreendentemente, no que se refere à indústria alimentícia, as primeiras colocações na classificação water footprint ocupam as carnes bovina e suína, fato que nos faz refletir mais uma vez sobre o forte impacto ambiental na criação de animais.

A água potável é um verdadeiro ouro azul, raro mas muito necessário para que a indústria de alimentos consiga cada vez mais garantir uma produção contínua. Basta pensar nos países em desenvolvimento no mundo, onde o acesso à água potável é difícil, se não quase ausente, para entender que chegou a hora de pedir à indústria alimentícia limitar o consumo e o desperdício d’água.

Aqui está a classificação dos alimentos que mais consomem água em suas produções, de acordo com os dados da Water Footprint Network.

1. Carne bovina

Para produzir 1 quilo de carne de bovina são necessários 15.400 litros de água.

2. Chá verde

8.860 litros de agua para produzir 1 quilo do chá. E para cada saquinho que contém aproximadamente 3 gramas das folhinhas, são necessários 30 litros de água.

3. Carne de porco

Para produzir um quilo de carne de porco são necessários 6.000 litros d’agua

4. Arroz

Para produzir um quilo de arroz precisamos de 2.500 litros d’água

5. Cana-de-açúcar

Para produzir 1 quilo de cana-de-açúcar são necessários 1.800 litros de água.

6. Pão

Para produzir 1 quilo de pão é necessário 1.600 litros de água.

7. Cevada

Para se obter um quilo de cevada se utiliza 1.420 litros de água.

8. Maçãs

Para produzir uma única maçã é necessário bem 125 litros de água, que sobem para 1.140 litros para cada caixinha de suco de maçã.

9. Leite

Parece incrível, mas para produzir 1 litro de leite se usa 1.000 litros de água.

10. Vinho

Para o vinho a pegada de água é de 610 litros de água por quilo, portanto, um único copo de vinho consome 110 litros de água para ser produzido

Fonte: https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/552-os-10-alimentos-que-mais-consomem-agua

O Valor da água

An Indian young boy drinks water on a hot summer day in the old quarters of New Delhi on April 26, 2018. (Photo by Sajjad HUSSAIN / AFP)

O relatório do WWF ressalta que enquanto em 1970 o consumo humano era equivalente a 60% da capacidade de renovação biológica, atualmente é o dobro, 120%, uma situação “insustentável”. Também destaca que houve um aumento de 700% no consumo de energia desde 1961. Por isso, “temos sete vezes menos potencial de energias -não renováveis- que há sete anos. E as consequências em termos de mudanças planetárias são desconhecidas”. Desde 1970 foi registrado uma diminuição de 40% das espécies naturais silvestres do planeta. Esse declive é de 50% para as espécies terrestres e marinhas e de 40% para os aquíferos, e a tendência continua piorando.

No Século 20, o consumo da água multiplicou-se por seis – duas vezes a taxa do crescimento da população mundial.  Cerca de 1 bilhão de pessoas ou 15% da população mundial passa sede ou não tem água de qualidade para consumo. Entre 2025 e 2050 a ONU prevê que esse número pode chegar a 5,5 bilhões, se a política atual e o nosso modo de viver continuar da mesma forma.

Cerca de 84% dos 39 mil desastres naturais entre 1991 e 2012 são relacionados à seca. De 2013 a 2016 foram registrados 5.154 eventos de seca, que afetaram 48 milhões de pessoas. Só em 2016 foram 18 milhões de pessoas afetadas pelo problema

As mudança do clima afetará o cenários agrícola e a disponibilidade de água, isso afetará a sobrevivência de diversas espécies, tanto animais quanto vegetais.  Com a perda de produção e de produtividade das lavouras haverá necessidade de esforços extras da ciência e da tecnologia para produzir alimentos. A escassez de água obrigará, a adoção de novas técnicas de irrigação, com o máximo de aproveitamento (eficiência) dos recursos hídricos. Sem o avanço tecnológico, nas áreas de agroflorestas, biotecnologia e do melhoramento genético, o homem e o meio não sobreviverão a escassez da água

Porque nutrir-se?

Se podemos escolher conscientemente o alimento pelo seu valor nutritivo, a questão de optar pelo benefício nutricional ao corpo e a alma é primária. A água, o ar e a terra são os nutrientes divinos para sobrevivência humana, sendo perfeitamente possível se alimentar de forma a respeitar a natureza e criar energia e cura para o corpo a partir dos alimentos. Para o bem viver o homem precisa desprezar o que lhe faz mal e valorizar o que vem da natureza.

Por pensar em comida o homem desprezou o valor da energia e o poder curativo dos alimentos. OJ.